7. Educação de Jovens e Adultos

7 - Educação de Jovens e Adultos

É fundamental acabarmos com o analfabetismo absoluto e reduzirmos o analfabetismo funcional.

O município precisa oferecer, no mínimo, 25% das matrículas de educação de jovens e adultos nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional.

Esta ação deve ocorrer em colaboração com as demais instituições públicas, como estado e governo federal.

A meta deve ser elevar a escolaridade média da população de 18 para 29 anos, de modo a alcançar, no mínimo, 12 anos de estudo.

“A Educação Básica Brasileira é formada por diferentes etapas e modalidades e a Educação de Jovens e Adultos (EJA), mesmo compondo esse quadro na categoria modalidade, é vista por muito sujeitos, inclusive dentro do campo educacional, como uma nova “chance” ou “oportunidade”, e denominada reiteradamente como “ensino irregular”, em oposição à expressão ensino regular, utilizada frequentemente para referirem-se à escolarização ofertada para crianças e adolescentes.”

Neste artigo você encontrará explicações sobre o EJA.

No portal Pensar a Educação há uma seção chamada EJA em pauta, com outras boas leituras.

Este Caderno trata das diversidades presentes na EJA e de seus sujeito e propõe estratégias educativas que possibilitem a construção de um ambiente em que o(a) diferente não seja inferiorizado(a), não seja tratado(a) como perigoso(a), não seja tratado(a) como subalterno(a) e, que, portanto, não tenha seus direitos negados.

Conjunto de textos do I Encontro Mineiro sobre Educação de Jovens, Adultos e Idosos.

Assista ao Papo de Escola: A Educação de Jovens e Adultos.